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Achei o Primetime por um feliz acaso, numa das minhas muitas pesquisas na internet, onde buscava um lugar especial para colocar meu filho Pedro, que estava com 8 meses na época.


Não gostava da ideia de deixa-lo com uma babá nas horas em que não lhe podia dar atenção, mas não queria colocá-lo num berçário qualquer. E a escolinha que Felipe, meu filho mais velho, frequentava só ia aceita-lo bem mais tarde. Achei que nunca fosse encontrar o que queria até descobrir o site do Primetime. Era muito mais do que tinha imaginado para o Pedro. Porém, existia um problema logístico. A escola estava localizada no Panamby (ou seja – longe de casa) e o site dizia que aceitavam crianças até 3 anos de idade (Felipe estava quase completando 3 anos). Meu marido insistiu em visitar a escola – afinal, gostamos de arquitetura e achamos que, no pior dos casos, poderíamos fazer um pequeno tour para conhecer esse projeto lindo.


Christine e Eduardo nos receberam com a simpatia e gentileza que todos os pais do Primetime conhecem. A visita da escola já tinha nos convencido que valeria a pena enfrentar o trânsito infernal de São Paulo para oferecer o que há de melhor em educação para nossos filhos. E, após conversarmos com a Christine, descobrimos que o Felipe também poderia frequentar a escola até ele completar 4 anos! Pronto! Estava decidido – eles começariam em agosto. Devo admitir que fiquei um pouco preocupada em mudar o Felipe de escolinha. Ele já estava bem adaptado na outra e ia ser a segunda mudança em um ano, pois tínhamos acabado de voltar dos Estados Unidos. Hoje posso afirmar com toda a convicção que fiz a melhor escolha.


Só me arrependo de não ter descoberto o Primetime antes. E é com muita tristeza que vamos deixá-lo agora que estamos novamente de mudança para Nova York. Nunca imaginei que uma das coisas que ia sentir mais falta de São Paulo fosse ser de uma escolinha.


Christine: seu projeto é maravilhoso e sua dedicação é admirável. Adoro ver como cada detalhe da escola foi pensado para as crianças – o material, as cores, as atividades. No começo (na verdade até hoje), as pessoas ficavam escandalizadas quando viam que meu bebê já ia para a escolinha, mas na minha cabeça eu ficava pensando “mal sabem eles como ele se diverte lá, a bagunça que ele faz, como ele fica todo pintado!” Gosto muito de falar com você sobre e educação dos meus filhos, pois seus conselhos são sempre sensatos, lógicos e simples. Nunca me senti julgada como mãe e isso para mim é muito importante, pois acho que como toda mãe já carrego uma insegurança grande e alguma culpa em relação à educação de meus filhos.


Felipe e Pedro acabaram frequentando o Primetime por pouco tempo (menos do que deveriam), mas tenho certeza que esses meses fizeram uma diferença grande na vida deles. Eu vou embora com o coração apertado, muitas lembranças lindas e uma mala cheia de fotos dos meninos se divertindo no Primetime, para espalhar no nosso novo apartamento.


Acho que todo mundo precisa de um pouquinho de “Primetime” para ver a vida com outros olhos.


Daniela M. S.

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